Comunicação Interna

CONFIRMADO! - Aula 12 - Como desvendar a comunicação informal e transformá-la numa força integradora (Programa Avançado em Comunicação Interna)

27, 29/NOV | Avançar

CONFIRMADO! - Aula 12 - Como desvendar a comunicação informal e transformá-la numa força integradora (Programa Avançado em Comunicação Interna)

Instrutor: Ignacio García Zoppi

+PROGRAMAÇÃO

1) Introdução sobre a importância do tema

 “Cada vez mais discursadas no repertório da administração moderna, na prática, as redes de comunicação informais continuam sendo mal compreendidas e, pior, mal gerenciadas, sendo entendidas, na maioria das vezes, como anti estruturas desestabilizantes do status quo, mais do que uma face fundamental do pulso organizacional.”

(Ignacio García, Harvard Business Review, 2012).

Hoje, mais do que nunca, são as redes informais de comunicação que determinam como o trabalho é feito numa organização.

Entendê-las e aprender a gerenciá-las é fundamental para o sucesso das organizações na era da hiperconectividade. 

As “redes sociais” são condição sine qua non da nossa espécie e transcendem o canal pelo qual se desenvolvem, seja numa comunidade caçadora-recoletora do neolítico ou numa organização empresarial na era da hiperconectividade. Denominamos as interações sociais que se estabelecem dentro de uma organização empresarial, como “redes organizacionais”, tanto entre colaboradores quanto entre colaboradores e stakeholders (seus públicos de contato), abarcando todo o ecossistema do negócio. 

A diferença das diversas soluções passageiras de diagnóstico organizacional que são lançadas ano a ano pelo mercado de consultoria, a Análise de Redes Organizacionais possui um sólido embasamento teórico e metodológico de intenso diálogo histórico entre disciplinas chaves. Estes fundamentos podem rastrear-se na aplicação de técnicas sociométricas utilizadas por antropólogos, sociólogos e psicólogos (como Jacob Levy Moreno) no começo do século XX, assim como os seus fundamentos matemáticos (chamado de teoria de grafos e articulado posteriormente na teoria de redes ) podem ser achados na primeira metade do século XVIII quando o matemático Leonhard Euler resolve um famoso problema matemático denominado Sete pontes de Königsberg. Estes precursores demonstram que a metáfora da rede sempre esteve presente para interpretar o mundo, mas nunca foi tão evidente quando nos últimos 20 anos, nos quais esta metáfora parece materializar-se em cada pessoa, computador e organismo que nos rodeia. 

Nos últimos 10 anos tenho contribuído intensamente, e por meio da prática de consultoria especializada, com o desenvolvimento e aprimoramento de metodologias e tecnologias orientadas a desvendar e analisar as redes de comunicação e fluxo de conhecimentos dentro das organizações chegando a definir um modelo pioneiro de mapeamento e desenvolvimento que chamamos de “Modelo da Pirâmide do Trabalho em Rede” (Harvard Business Review, 2012) . Diversos autores chamam este tipo de aplicações como Análise de Redes Organizacionais (Robert Cross, Valdis Krebs e Stanley Wasserman). 

A experiência de uma década aplicando este tipo de técnicas em organizações de diversos tamanhos e segmentos revela que desvendar e diagnosticar a “rádio peão” das organizações é o primeiro grande passo para fortalecer a cultura organizacional por meio do estímulo da cooperação , energia e inovação.

 

2) Objetivos do curso 

1. Familiarizar-se com os conceitos básicos e uma breve história da Ciência de Redes em geral e da Análise de Redes Organizacionais em particular;

2. Entender o modelo de mapeamento da “Pirâmide do Trabalho em Rede”;

3. Conhecer as etapas de mapeamento desde o desenho do questionário até a análise das redes resultantes e criação de relatórios;

4. Abordar casos práticos de mapeamentos nacionais e internacionais;

5. Entender quais são as implicações para o desenvolvimento organizacional

 

3) Programa do curso (temas principais que serão abordados)

 

Dia 1: 

- Introdução à Ciência de Redes em geral e a Análise de Redes Organizacionais em particular. História e conceitos básicos.

- Conceitos básicos necessários para analisar uma rede de comunicação informal.

- Apresentação de casos de estudo.

 

Dia 2: 

- Etapas do mapeamento das redes de comunicação informais numa organização.

- Desafios metodológicos e boas práticas.

- O modelo de mapeamento da “Pirâmide do Trabalho em Rede”.

- Recomendações para avançar no aprendizado da disciplina.

 

4) Benefícios para os participantes

Neste curso abordaremos a comunicação interna de uma maneira integrada e fundamentalmente em rede, introduzindo ao cursante nos conceitos, metodologias e tecnologias disponíveis para desenvolver uma pesquisa de mapeamento das redes informais de comunicação dentro e fora das organizações. 

Áreas de aplicação mais frequentes onde esta disciplina pode ser aplicada são: 

Talentos: Como identificá-los e desenvolver as suas redes de relacionamento?

Sucessão: Como auxiliar num processo de sucessão interno assertivo?

Design organizacional: Como desenhar um organograma formal em sinergia com as redes informais?

Bem-estar: Como fomentar um clima organizacional energizado e orientado a troca de conhecimentos e novas ideias?

 

5) A metodologia aplicada 

Durante o curso serão apresentados casos de estudo reais de organizações nacionais e internacionais onde as redes de comunicação informais foram diagnosticadas e desenvolvidas por meio da metodologia da Análise de Redes Organizacionais.

Os casos serão apresentados por meio de uma plataforma online de mapeamento, monitoramento e gestão das redes humanas, chamada LivingNethos. Os alunos terão acesso a esta plataforma - com todos os seus cases - durante o período do curso.

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+INSTRUTOR

Ignacio García Zoppi

Ignacio García Zoppi

Ignacio García é Antropólogo Digital, com 15 anos de experiência na aplicação da Ciência das Redes e da Etnografia Digital em organizações tais como Natura, Mondelez, Yara, OMS - Organização Mundial de Saúde e Coca Cola.

Coordena uma rede de netnógrafos (analistas do comportamento digital) que pesquisam continuamente os padrões de relacionamento digitais, revelando de maneira clara, impactante e prática, quais são os desafios e oportunidades que as diversas redes humanas apresentam num mundo cada vez mais interconectado e tecnológico. Autor de artigos em revistas de prestígio com a HBR (Harvard Business Review), colaborou como colunista em portais como HSM, Aberje e Época Negócios.

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